quinta-feira, 4 de julho de 2013

O PALÁCIO DE INVERNO

Alguns livros fazem com que valha a pena ter um vício maluco de comprar livros compulsivamente.
O Palácio de Inverno é um deles.
Vou começar dizendo que o autor John Boyne escreveu também "O Menino do Pijama Listrado", pois sei que esse é um livro que fez sucesso. 
Mas a verdade é que "O Palácio de Inverno" é indescritivelmente melhor.
Para começar a forma com a qual ele é escrito é muito interessante. Os capítulos se alternam entre presente (na verdade é o presente de 1982) e passado (meados de 1915). Então cada capitulo caminha para a convergência dos tempos, com o autor que nos conta a historia do presente para o passado e do passado para o presente. DEMAIS!
O pano de fundo do começo dessa história é a Rússia durante o reinado de seu último Czar, Nicolau II.
Nosso narrador é Geórgui Danielovitch Jachmenev .
Exilado com a esposa, anos antes, para a Inglaterra, Geórgui agora nos conta sua vida; como de lavrador de uma pequena aldeia Russa passou a guarda costas da família imperial durante os ultimos anos de império; como se deu o exílio, como viveu anos felizes ao lado de sua esposa Zoia, que agora está perdendo para o câncer.
Sim, eu amo romances históricos. Amo ver a vida dos personagens se confundir com a história de seus países.
E nesse caso o livro é viciante.
Conforme eu fui lendo o livro, interessadíssima na vida que viveu meu querido (sim, me apeguei a ele) Geórgui, desvendei o maior segredo do livro.
Olha, eu nunca desvendo nada. Mas a cada página do livro fui me convencendo de que, além de toda a história, por trás, havia algo INCRÍVEL.
Eis que, SIM, eu tinha razão.
Me debulhei em lagrimas, literalmente, ao ler as últimas páginas do livro.
Emocionante, cativante, brilhante.
Minha nota: NOVE E MEIO!
Um brilhante nove e meio pelas

segunda-feira, 1 de julho de 2013

INFERNO

E aí você, como eu, provavelmente leu "o Codigo Da Vinci" e "Anjos e Demonios" do Dan Brown.
Se como eu, provavelmente mal dormiu entre as leituras imerso no universo i-n-c-r-i-v-e-l que esse autor criou nestas duas obras.
Assim sendo quando vi esse lançamento dele, que tem como pano de fundo Firenze (a cidade que mais amo no mundo todo) e que usa elementos dantescos na narrativa, vibrei mil vezes.
Mal podia esperar para começar essa leitura que tanto prometia.
prometia...
Ó santo da decepção dos livros infelizes, que sofrimento.
Sofri para terminar as 448 paginas deste livro.
Concordo que possui elementos interessantissimos, e acompanhar o nosso já conhecido Robert Langdon pelas ruas de Firenze é sempre um prazer... mas a história é maçante, não tem jeito.
Nesta nova aventura Robert se descobre em Firenze, sem se lembrar o motivo pelo qual alí se encontra e já fugindo de potenciais assassinos nas primeiras paginas do livro...
Durante as paginas do livro descobrimos os segredos por trás desta sua viagem, enquanto conhecemos e desvendamos enigmas propostos por nosso meu querido Dante Alighieri.
Claro, no fim nos deparamos com um reviravolta e algo que potencialmente mudaria o mundo...
Mesmo assim, minha nota é: 7
E uma parte dessa nota é só por consideração ao que o autor já foi pra mim...rs