Quem nunca ouviu a expressão: "escolha de Sofia?".
Geralmente esta expressão remete a uma escolha impossível de ser feita.
Meu interesse neste livro se deu exatamente porque eu não sabia de onde havia nascido a expressão, e, ao invés de procurar no Wikipédia, resolvi ler as 632 páginas deste livro.
Humpf.
Não posso dizer que foi tempo perdido, mas me obriguei a concluir o livro. Isto porque o autor é prolixo até o fim da vida.
No começo do livro, eu pensei: "Nossa, gosto do jeito que ele escreve hein? Parece que está falando diretamente com você...".
O problema é que aparentemente ele fala demais.
Dava para contar toda a história da vida de Sofia, refugiada polaca que após Auschwitz tenta recomeçar a vida nos Estados Unidos, em, no máximo, 300 páginas.
A história é narrada por Stingo, um jovem do interior americano que está em Nova York tentando ter sucesso como escritor.
Em uma pensão judia no Brooklyn ele conhece a bela Sofia, e seu namorado Nathan.
Pronto.
A história fica mais ou menos aí.
A parte mais interessante, para mim, é a parte na qual se narra a história de Sofia. Por incrível que pareça Sofia não é judia e sua trajetória em Auschwitz é bem peculiar...
Minha nota: 7,5...
Que decepção né?
Mas embora a história seja legal, e juro que é, você morre de tédio tentando sobreviver as interminaveis páginas nas quais William Styron divaga... e divaga... e divaga...
Mas vale a pena ler pra você descobrir porque fala-se: "escolha de Sofia".
Ou me pergunta nos comentários que eu conto... rs
Meu interesse neste livro se deu exatamente porque eu não sabia de onde havia nascido a expressão, e, ao invés de procurar no Wikipédia, resolvi ler as 632 páginas deste livro.
Humpf.
Não posso dizer que foi tempo perdido, mas me obriguei a concluir o livro. Isto porque o autor é prolixo até o fim da vida.
No começo do livro, eu pensei: "Nossa, gosto do jeito que ele escreve hein? Parece que está falando diretamente com você...".
O problema é que aparentemente ele fala demais.
Dava para contar toda a história da vida de Sofia, refugiada polaca que após Auschwitz tenta recomeçar a vida nos Estados Unidos, em, no máximo, 300 páginas.
A história é narrada por Stingo, um jovem do interior americano que está em Nova York tentando ter sucesso como escritor.
Em uma pensão judia no Brooklyn ele conhece a bela Sofia, e seu namorado Nathan.
Pronto.
A história fica mais ou menos aí.
A parte mais interessante, para mim, é a parte na qual se narra a história de Sofia. Por incrível que pareça Sofia não é judia e sua trajetória em Auschwitz é bem peculiar...
Minha nota: 7,5...
Que decepção né?
Mas embora a história seja legal, e juro que é, você morre de tédio tentando sobreviver as interminaveis páginas nas quais William Styron divaga... e divaga... e divaga...
Mas vale a pena ler pra você descobrir porque fala-se: "escolha de Sofia".
Ou me pergunta nos comentários que eu conto... rs

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